Café Amargo - Capítulo 16
• CAFÉ AMARGO | (🌱☕) — CAPÍTULO 16
*CENA 01 | CASARÃO POMPOSO - INT./NOITE*
Após Calixta descobrir grandes revelações através do diário de Holofontina, a cena corta para o casarão dos Pomposo.
Tiro ao Álvaro - Adoniran Barbosa e Elis Regina (🎵).
[Na banheira, estão Pompeu e Harmonia, ambos, pasmem, tomando banho de dinheiro.]
Harmonia: |Mexendo as pernas entre as notas.| Ai, eu sempre quis tomar banho de dinheiro! E você, meu amorzinho, realizou o nosso sonho. |Pega uma taça.|
Pompeu: |Se esfregando no dinheiro.| Mal sabem esses idiotas que esse dinheiro é deles. Do povo. |Também pega uma taça.|
Harmonia: |Cínica.| Gente néscia. Enquanto eles trabalham para nós, seguimos nos divertindo, desfrutando e fazendo o que quisermos!
[Harmonia e Pompeu começam a gargalhar juntos enquanto fazem um brinde com suas taças de vinho.]
*CENA 02 | CASA DE HOLOFONTINA - INT./NOITE*
Instrumental de tensão 🎶.
Holofontina finalmente chega do dancing e entra na sua casa. Ao entrar, se depara com Calixta na sala, de pé e encarando ela, que estranha a expressão da amiga.
Holofontina: |Nervosa.| Calixta? Está tudo bem com você?
[Enfurecida, Calixta dá duas fortes bofetadas em Holofontina.]
Holofontina: |Com a mão na cara.| POR QUE VOCÊ FEZ ISSO!?
Calixta: |Chorando de raiva.| PORQUE VOCÊ ME TRAIU!
Holofontina: |Nervosa.| Do que você está falando!?
Calixta: EU LI O SEU DI-DI-DIÁRIO!
Holofontina: |Chocada.| Então você descobriu tudo...
Calixta: |Puxando Holofontina pela blusa.| É CLARO QUE EU DESCOBRI! |Solta ela.| Também vi o dinheiro que tu vinhas recebendo. Como você teve coragem DE FAZER ISSO COMIGO!? HEIN, HO-O-O-LOFONTINA!?
Holofontina: |Cabisbaixa.| Eu não tive escolha... A Harmonia ameaçou me destruir... Era você ou eu... E sinceramente, tu não sabes o quanto me arrependo.
Calixta: |Deboche.| Agora você se arrepende, não é? CÍNICA! FA-FALSA! TRAIDORA!
Holofontina: |Chorando.| EU SOFRI MUITO, ESTÁ CERTO? CHOREI A VIDA INTEIRA, CARREGUEI UM GRANDE PESO E LEVO FORTES CICATRIZES EM MEU CORPO!
[O instrumental de tensão se intensifica.]
Calixta: |Preocupada.| Que... ci-catrizes?
[Holofontina levanta a sua blusa e mostra as suas costas cheias de cicatrizes.]
Holofontina: |Ajeitando a blusa de volta.| A Harmonia fez isso! Me chicoteou quando ameacei contar tudo para você, pois já não aguentava mais, isso dez anos atrás...
Calixta: Eu lamento... MAS ISSO NÃO ANULA SE-SE-SEU CRIME!
Hofontina: Por favor, me entenda...
Calixta: |Ignora.| O Pompeu sa-sabe disso tudo!?
Holofontina: Sim...
Calixta: No-nojento... Até meu próprio irmão traiu minha confiança...
Instrumental de tristeza 🎶.
Holofontina: |Se ajoelha.| Por favor, Calixta, me perdoa. Por tudo que é mais sagrado!
Calixta: Te pe-perdoar? EU NÃO VOU FAZER ISSO NUNCA! Agora, eu estou indo no Casarão Pomposo. Hei de tirar satisfação com aqueles dois de-de-deliquentes. Adeus, Parafontina, E NÃO ME PROCURE NUNCA MAIS!
[Calixta se retira e bate a porta com tudo. Holofontina senta no chão e põe-se a chorar.]
Holofontina: |Chorando.| O meu nome... é Holofontina... |Soluça.|
[O pico do instrumental é alcançado.]
*CENA 03 | CASA PAROQUIAL - INT./NOITE*
Após escutar barbaridades no Casarão Sampaio, Benedita vai até a casa paroquial, acorda o Padre Serafim e desabafa com ele.
Padre Serafim: |De pijama.| Virgem Maria Puríssima, essa mulher é pior do que eu imaginava!
Irmã Benedita: |Atônita.| Pois é, Padre Serafim. Um horror! Deus que me perdoe, mas eu preciso que essa mulher seja exorcizada.
Padre Serafim: Minha filha, entenda, o caso de dona Tailândia é ruindade mesmo; corrupção, ambição. Maldade pura. Se tu quiseres mudar algo nela, terás que ser paciente, cuidadosa e cautelosa.
Irmã Benedita: |Séria.| Se minhas tentativas de estancar a maldade de Tailândia derem errado... eu terei que denunciar a pessoa dela! |Determinada.|
[O padre Serafim pega na mão de irmã Benedita e apoia a mesma.]
*CENA 04 | CASA NA FLORESTA - INT./NOITE*
Juraciara convidou Bonfim para dormir na casa de propriedade dela, perto de uma floresta na cidade. Detalhe: seus pais não sabem.
Instrumental romântico 🎶.
Juraciara: |No quarto.| Enfim... a sós.
Bonfim: |Curioso.| Isso significa...?
Juraciara: |Pega nos ombros dele.| Que o momento agora é nosso!
Bonfim: Posso te perguntar algo?
Juraciara: Pergunte, meu amor.
Bonfim: Você é virgem?
Juraciara: |Ri.| Não.
Bonfim: |Alegre.| Safadinha... Eu também não.
Juraciara: |Animada.| Safado!
[Bonfim pega Juraciara pelo cabelo bem devagar e beija amada. Entretanto, ele corta o clima e acaba interrompendo.]
Bonfim: Tenho algo para te contar...
Juraciara: O quê?
Bonfim: Sua mãe pediu para eu me afastar de vossa pessoa... E ameaçou também.
Juraciara: Meu Deus... por que ela fez isso!?
Bonfim: Disse que não sou homem para você...
Juraciara: Ela não tinha esse direito! De qualquer forma, eu não estou nem aí para o que ela pensa. Eu te amo e a tua namorada sou eu, não ela.
Bonfim: Obrigado, meu bem... Perto de você, me sinto forte. Também te amo!
Girl On Fire - Alicia Keys (🎵).
[Bonfim e Juraciara voltam a se beijar, desta vez, de forma mais intensa.]
[A cena corta para eles de joelho na cama enquanto o rapaz desabotoa o vestido da amada.]
[A música tocada, que é tema deles, chega em seu auge.]
[Em seguida, a cena avança para uma parte onde eles estão enrolados num lençol, enquanto se beijam, se esfregam e fazem amor com intensidade.]
[A tela escurece e takes noturnos de Vila dos Anjos são mostrados.]
*CENA 05 | CASARÃO POMPOSO - INT./NOITE*
Ainda nessa noite, Calixta vai até o Casarão Pomposo, surpreendendo os donos da casa. Harmonia e Pompeu descem até a sala e tentam descobrir o que "Dona Fogosa" quer com eles. Ambos os vilões estão de roupões.
Pompeu: |Aflito.| Calixta? Minha irmã? O que fazes aqui!?
Harmonia: |Intrigada.| É, Calixta. O que você quer a essa hora da noite?
Calixta: |Raivosa.| Eu vim aqui co-cobrar o que é meu por direito!
Harmonia: |Intrigada.| Do que você está falando!?
Calixta: |Brava.| DA FI-FILHA QUE VOCÊ ME ROUBOU, HARMONIA! OU VAI NEGAR QUE JURACIARA FOI TROCADA PELO SEU BEBÊ MORTO?
[Neste momento o clima fica cada vez mais tenso, enquanto Harmonia e Pompeu estão apavorados. Calixta encara eles furiosamente.]
*CENA 05A | CASARÃO POMPOSO - CONTINUAÇÃO*
Harmonia: |Nervosa.| DO QUE VOCÊ ESTÁ FALANDO, SUA LOUCA!?
Pompeu: |Também nervoso.| MEU DEUS, CALIXTA, PERDEU O JUÍZO!?
Instrumental dramático 🎶.
Calixta: |Decepcionada.| Nunca estive tão lú-lú-cida... Por que vocês fizeram isso comigo? O que eu fiz para vocês!? POR QUE TIRARAM O DIREITO DE EU CONVIVER COM MINHA FILHA!?
Harmonia: |Cínica.| Eu realmente não entendo...
Calixta: EU JÁ SEI DE TUDO, HARMONIA! |Soluça.| A Ho-o-o-lofontina me confirmou tudo. Eu li o diário dela. Vi os co-o-contos de réis que você vinha distribuindo a ela. Seu monstro... demônio... Por que você fez isso, Harmonia? Se tu já tinhas perdido um filho e não poderia ter outro, POR QUE NÃO ADOTOU UMA CRIANÇA!?
[Um clima soturno se inicia.]
Harmonia: |Tirando a máscara.| Porque eu queria que todos pensassem que o filho que eu tive era legítimo! Ou melhor dizendo, filha. Então, vi a oportunidade de trocar as crianças, já que demos a luz no mesmo dia, só que em horários diferentes. Além de conveniente, também vi a chance de te prejudicar nessa história toda PORQUE NUNCA FUI COM A SUA CARA! Mulherzinha vulgar. Se a Juraciara tivesse sido criada por você, seria uma assanhada como a sua medíocre pessoa.
☕ FLASHBACK ☕
Há 20 anos... (1899).
Harmonia: |Abalada.| Se você não fizer o que eu estou pedindo, vou acabar com a sua vida, contando que tu és uma muquirana e pecadora que gosta de mulher, ALÉM DE TE TORTURAR ATÉ A MORTE!
Holofontina: |Cabisbaixa.| Está certo... eu hei de fazer...
[Ao ficar sozinha, Harmonia desabafa consigo mesma.]
Harmonia: |Triste.| Por que fizeste isso comigo, meu Deus? Por quê? Por que não me deste a permissão de dar a luz a uma criança viva? E o pior é que nem poderei mais ter filhos, segundo o médico...
[Na casa de Calixta, Holofontina aproveita que a parteira saiu de perto do berço da criança e troca os bebês. Observação: ela cobriu a filha morta de Harmonia com um lençol para conseguir adentrar na casa.]
Holofontina: |Pensativa/Triste.| (Me perdoe, minha amiga. Me perdoe)...
☕ FIM DO FLASHBACK ☕
Calixta: |Em completo estado de surto.| CALE A BOCA! Você não é ni-ninguém para falar assim de mim. Corrupta, criminosa, classista, racista, IMUNDA!
Harmonia: |Firme.| NÃO FALE ASSIM COMIGO!
Pompeu: |Falso.| Harmonia, que horror... por que você fez isso, minha querida esposa?
Calixta: DEIXA DE SER CÍNICO, POM-POM-PEU! Eu já sei que você esteve envolvido nisso também, A HOLOFONTINA ME CONFIRMOU!
[Pompeu se cala mediante à acusação. Alguns segundos depois, ele corta o silêncio.]
Pompeu: Eu também precisava da existência de uma criança a qual todos pensassem que fosse legítima. O povo não parou de cobrar, queriam que o prefeito e a primeira-dama tivessem um filho, e, vendo isso como vantagem nas eleições, eu embarquei nessa com a Harmonia... Me perdoe, minha irmã, não é nada pessoal.
Calixta: Eu nu-nunca vou te perdoar...
Harmonia: Ele não precisa do seu perdão!
Calixta: De-depois de tudo que vocês fizeram comigo? Haja coragem! Po-po-posso ser assanhada, mas pelo menos sou de caráter. Tenho, sim, meus defeitos... |Aumenta o tom.| SÓ QUE EU NÃO SOU UMA CRIMINOSA FEITO VOCÊS!
[O clima fica ainda mais tenso.]
[Harmonia dá um forte tapa no rosto de Calixta.]
Harmonia: |Com muita raiva.| IDIOTA!
Pompeu: |Preocupado com a irmã.| Harmonia, não precisava disso!
Harmonia: |Cruel.| Ela mereceu...
Calixta: |Com a mão no rosto.| Descarada... |Derrama uma lágrima.|
Harmonia: |Maldosa.| Aproveitando que já tiramos nossas máscaras, tenho uma outra confissão para fazer. Sabe as cartas que você enviava para meu marido? Eu queimei todas! Todas! Antes dele receber, eu as pegava antes e omitia quaisquer notícias. E não foi só eu não; minha irmã Tailândia, sensata, também queimava as que você mandava para o finado Jerônimo. Nós fizemos questão de te manter afastada da nossa família PORQUE TU NÃO PASSAS DE UMA MANCHA! E TAMBÉM PARA JURACIARA NÃO TER MAIS CONTATO CONTIGO! NEM O PAI BIOLÓGICO DA TUA FILHA VOCÊ NÃO SABE SABE QUEM É! SUA VAGABUNDA! PROSTITUTA!
Calixta: |Furiosa.| MALDITA! OPORTUNISTA! MALDOSA! MONSTRUOSA! HIPÓCRITA! NOJENTA! MESQUINHA! |Bufando.| E-E-E-EU VOU ACABAR COM A SUA RAÇA, DESGRAÇADA-A!
Harmonia: |Enfurecida.| E TEM MAIS, FUI EU QUE PAGUEI PARA UM DOS HOMENS DO FINADO TESTAMENTEIRO JOSIAS, QUE LHE ENTREGOU 15% DA HERANÇA DE JERÔNIMO, OCULTAR SOBRE A MORTE DELE!
[Calixta começa a bufar e perde a paciência total.]
Instrumental de ação 🎶.
[Calixta avança em cima de Harmonia e a mobiliza no chão.]
[Determinada, a verdadeira mãe de Juraciara se senta em cima da vilã, também pressionando os braços dela ao sentar, e dá quatro bofetadas consecutivas nela.]
Harmonia: |Sendo surrada.| PARA! |Leva outra.| PARA! |Apanha novamente.| PARA-A!
Calixta: |Esbofeteia.| ISSO É PA-PARA VOCÊ APRENDER A NUNCA MAIS PREJUDICAR NINGUÉM! |Bate novamente.| SEU LIXO! GANANCIOSA! |Dá outro tapa.| MISERÁVEL! IMUNDA!
Harmonia: |Levando mais alguns tapas.| POMPEU, FAÇA ALGUMA COISA!
[Calixta se levanta e dá um forte chute na costela da rival.]
[Pompeu tenta conter a própria irmã, mas acaba levando um forte soco da própria no estômago e, em seguida, um chute nos testículos e outro golpe na barriga.]
[Decidida, e se aproveitando da instabilidade do vilão, Calixta pega o abajur e joga em Pompeu, fazendo ele cair de vez.]
Instrumental sinistro 🎶.
Calixta: |Mais aliviada.| Eu... te-tenho... nojo de vocês. NOJO!
[Calixta se retira de forma desastrosa e bate à porta com tudo.]
[A câmera mostra Pompeu, deitado no chão, extremamente machucado e sentindo muita dor enquanto geme.]
[Em seguida, é mostrado Harmonia desfigurada, cheia de hematomas e sangrando muito.]
Harmonia: |Deitada/Pensativa.| (Imbecil... ainda bem que a Juraciara não estava aqui para escutar tudo isso. Mas eu ainda hei de impedir que minha filha descubra a verdade e vou matar aquela desgraçada. Custe o que custar)!
[A câmera se afasta deles aos poucos e a tela escurece lentamente, enquanto o pico do instrumental toca.]
*CENA 07 | CASARÃO SAMPAIO - INT./MANHÃ*
```(23/01/1919)```
No dia seguinte. A câmera se aproxima da Fazenda Sampaio, indo diretamente para o casarão. No quarto da atual dona casa, Pompeu (de ceroula) e Tailândia (usando camisola e pulseiras finas) aproveitam o momento a sós.
Instrumental sexy 🎶.
Tailândia: |Acariciando a cabeça do homem.| Não se preocupe, seus ferimentos já vão passar...
Pompeu: |Se sentindo melhor.| Já estão passando... quem está em uma situação mais complicada é a Harmonia.
Tailândia: |Ri.| Coitada! Calixta deu o troco mesmo na minha irmã...
Pompeu: |Enrolado no lençol.| Falando nela, ainda bem que a mesma pensa que eu estou na prefeitura e não com você, aproveitando esse lazer. |Beija a amada.|
Tailândia: |Olhando nos olhos dele.| E o Nélio saiu de casa e disse que ia passar o dia fora. Além de eu ter dispensado os empregados do casarão. Tudo para ficar com você... |Ri maliciosamente.|
[Os dois voltam a se beijar.]
[Enquanto isso, do lado de fora, Irmã Benedita tenta subir uma escada, pega por ela, que vai direto ao quarto de Tailândia, após ter sido proibida de entrar na fazenda.]
Suspense 🎶.
Irmã Benedita: |Subindo.| Essa Tailândia pensa que vai me impedir de vir aqui. Há! Já consegui entrar na fazenda. Agora, só falta eu adentrar no casarão, e vou conseguir!
[Pompeu e Tailândia seguem se beijando na cama. Quando ambos menos esperam, Benedita invade o quarto da megera e pega o casal no flagra.]
Impacto 🎶.
Tailândia: |Pega de surpresa.| IRMÃ BENEDITA!
Irmã Benedita: |Chocada.| MINHA NOSSA SENHORA DAS CAUSAS IMPOSSÍVEIS! VOSMECÊ JÁ ARRANJOU OUTRO HÔMI? |Observando.| Espera aí... esse não é o prefeito!? VIRGEM MARIA SANTÍSSIMA! VOCÊ SE DEITOU COM O MARIDO DA VOSSA IRMÃ!?
[O clima fica extremamente tenso. Irmã Benedita permanece apavorada e Pompeu e Tailândia se encaram, aflitos.]
*CENA 08 | CASA DE CALIXTA - INT./MANHÃ*
Enquanto isso, Calixta está bordando, enquanto pensa nos acontecimentos de ontem.
Calixta: |Esperançosa.| Ao menos dessa história to-to-toda, saiu uma coisa boa, já que descobri que a minha sobrinha querida é, na verdade, minha filha. Juraciara... Tem presente me-me-lhor que esse? Se não fosse minha curiosidade...
[Um clima tenso toma conta da cena. Batem na porta e Calixta atende, se surpreendendo com a visita.]
Instrumental de suspense/tensão 🎶.
Calixta: HARMONIA? |Apavorada.| MEU DEUS! MAS O QUE SIGNIFICA ISSO!?
[Harmonia, mirando o revólver de Pompeu na cara da inimiga, se aproxima de Calixta.]
Harmonia: Harmonia: |Rancorosa.| Bom dia, Calixta! |Aponta o revólver diretamente para o peito da rival.| Assim como você fez ontem, também vim cobrar o que é meu POR DIREITO!
[A situação fica extremamente calorosa e a tensão aumenta de acordo com o close dado em cada personagem.]
*•A IMAGEM CONGELA EM HARMONIA · 📰🌾🗞️•*
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