• CAFÉ AMARGO | (🌱☕) — CAPÍTULO 10
[Saulo entra no quarto, acende a luz e tem um enorme susto.]
Instrumental de impacto 🎶.
Saulo: MINHA NOSSA SENHORA APARECIDA, MAS O QUE SIGNIFICA ISSO!?
[Nélio desperta e se assusta com a chegada de Saulo. Juliete se mexe. Saulo está furioso.]
[Zoom no rosto de Saulo.]
[Zoom no rosto de Nélio.]
[Close na expressão raivosa de Saulo.]
[Close no semblante triste e apavorado de Nélio.]
Instrumental de tensão 🎶.
Saulo: |Furioso.| Por que... vocês... fizeram... ISSO!?
Nélio: |Nervoso.| SAULO! EU POSSO EXPLICAR!
Saulo: Veste-se... VESTE-SE! Porque eu não vou brigar com vosmecê DESSE JEITO!
[Nélio se veste.]
Saulo: |Se aproxima de Nélio.| Muito bem...
Instrumental de ação 🎶.
[Saulo dá um soco forte em Nélio, fazendo-o cair diretamente no chão.]
[Em seguida, dá um chute nas costas dele.]
Nélio: |Sentindo.| AI! AI! PARA!
[A atenção de Saulo vai para Juliete e ele tenta acordar ela.]
Saulo: ACORDE, SUA TRAIDORA! ACORDE, SUA PROSTITUTA!
[Saulo retoma a sua atenção para Nélio.]
Saulo: LEVANTE-SE! LUTE FEITO HOMEM!
[Sangrando, o rapaz se levanta. Saulo dá um soco no queixo de Nélio e, em seguida, outro na barriga.]
[Neste momento, Tailândia invade o quarto.]
Tailândia: |Falsa.| MAS O QUE É QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI? OH, MEU DEUS, PARE JÁ COM ISSO, SAULO, AGORA! PARE DE BATER NO MEU FILHO!
Saulo: PARAR POR QUÊ!? ESSE JUDAS FEZ AMOR COM MINHA NAMORADA!
[Em seguida, é a vez de Maria Esposa invadir.]
Saulo: Ah, então as duas estavam aí, o tempo inteiro...
Tailândia: Espere aí, eu vim por causa do barulho!
Maria Esposa: |Nervosa.| É, e eu também!
Saulo: Cuidem desse infeliz, antes que EU ACABE COM A RAÇA DELE!
[Nélio, mesmo sentindo muita dor, corre do quarto, chorando bastante, saindo de cena.]
[Juliete, por fim, acorda.]
Juliete: |Despertando.| An...? Que grito são esses? Espera aí... POR QUE ESTOU SEM ROUPA? O QUE ESTÃO FAZENDO AQUI? SAULO, EU EXIJO UMA EXPLICAÇÃO!
Saulo: EU QUE EXIJO, SUA VAGABUNDA! VOCÊ ME TRAIU COM O NÉLIO!
Juliete: EU!? MAS EU NÃO LEMBRO DE NADA!
Saulo: VAI SE FINGIR DE SONSA, SUA CORTESÃ BARATA!?
[Enquanto Saulo e Juliete discutem, o volume de suas vozes baixam e um instrumental de tensão entra em cena. Tailândia sorri ao assistir a discussão e M. Esposa vai atrás de Nélio.]
[Juliete se levanta despida, porém, enrolada no lençol.]
Juliete: |Chorando.| VOCÊ PRECISA ACREDITAR EM MIM!
Saulo: NÃO ADIANTA MAIS MENTIR! |Triste.| Olha aqui, Juliete, eu não quero mais saber de vosmecê EM TODA MINHA VIDA!
Juliete: |Decidida.| POIS MUITO BEM! EU VOU EMBORA DAQUI! FORA DO QUARTO, QUERO TROCAR DE ROUPA E ARRUMAR MINHAS COISAS! E com licença, dona... TAILÂNDIA!
Tailândia: |Cínica.| Oh, tudo bem! |Se retira.|
Saulo: Eu não vou deixar você sair a essa hora da noite sozinha.
Juliete: Eu não estou nem aí. Agora, saia, Saulo, POR FAVOR!
Instrumental dramático 🎶.
[Decepcionado, Saulo se retira. Após a saída, Juliete cai no choro e se deita na cama, estando muito decepcionada e confusa.]
[Em seguida, a cena corta para Saulo em seu quarto, também chorando muito.]
[É mostrado uma tela dividida de ambos derramando bastante lágrimas.]
[Agora, a cena corta para o quarto de Tailândia. Está quase tudo escuro, tendo apenas um abajur aceso.]
Tailândia: |Acendendo uma vela.| Plano concluído com sucesso. Ah! Que alívio, um problema a menos. |Se aproxima do espelho e encara ele.| Isso jamais teria acontecido se não fosse a sua genialidade... Tailândia Montenegro Viúva de Sampaio!
[Tailândia continua a encarar o espelho e dá uma tremenda gargalhada diabólica enquanto o instrumental de suspense alcança o seu pico. A tela escurece.]
*CENA 02 | CASARÃO POMPOSO - INT./MANHÃ*
Takes aleatórios ao som de O Inferno - Nação Zumbi (🎵) são mostrados. Amanhece. A câmera se aproxima do casarão dos Pomposo. Juraciara, Pompeu e Harmonia estão tomando café.
```(06/01/1916)```
Juraciara: |Feliz.| Café gostoso! Quem fez?
Harmonia: |Séria.| Ah, foi a crioula ali da cozinha que esqueci o nome.
Juraciara: |Inconformada.| Mamãe, por favor? Sem termos racistas!
Harmonia: |Deboche.| Ah, desculpe-me, dona moderninha!
Pompeu: |Recapitulando o assunto.| Tenho que concordar, está um primor!
Juraciara: Sabem, fiz a amizade com um funcionário do jornal.
Pompeu: Qual deles?
Juraciara: O Bonfim.
Harmonia: |Curiosa.| Mesmo? E como ele é?
Suspense 🎶.
[Pompeu deixa sua xícara cair propositalmente e finge que foi acidente.]
Pompeu: |Falso.| Oh, minha nossa, mas que estrago!
Harmonia: Deixe que a empregada limpe.
Juraciara: Bem, eu já estou indo para o trabalho. Um beijo para vocês!
Harmonia: Para você também, filhota!
Pompeu: |Sem graça.| Bom trabalho, filha! |Pensativo.| (Caspita, mas se a Harmonia descobrisse que esse amigo da Juraciara é negro, ela avançaria em cima da própria filha sem dó. Tenho que aconselhar ela a desfazer amizade com o Bonfim e impor uma relação mais profissional).
São mostrados prédios da cidade ao som de Tiro ao Álvaro - Adoniran Barbosa e Elis Regina (🎵).
*CENA 03 | CASA DE BONFIM - INT./MANHÃ*
Antes de ir para o trabalho, Bonfim termina de ouvir o desabafo de sua irmã, Juliete.
Bonfim: |Chocado.| Meu Deus do céu, Juliete, que horror! O Saulo foi cruel demais...
Juliete: |Triste.| Pois é, nem deixou eu me explicar direito. Foi uma situação calorosa, tudo curpa do Nélio. E aquela malvada da dona Tarântula!
Bonfim: Tarântula? Não era Tailândia?
Suspense 🎶.
Juliete: |Inconformada.| Ah, tanto faz! |Raciocina.| Agora que eu me lembrei de uma coisa...
☕ FLASHBACK ☕
Nélio: Você... aceita um café?
Juliete: Claro! Pode me dar.
[Juliete pega o café.]
Juliete: |Sorri.| Agradecida!
[Juliete toma o café.]
☕ FIM DO FLASHBACK ☕
Bonfim: |Chocado.| MEU DEUS DO CÉU, ENTÃO ELE SÓ PODE TER TE DOPADO!
Juliete: |Apavorada.| CÍNICO! E eu tenho quase certeza que foi à mando da dona Ta-, DAQUELA SENHORA!
Bonfim: Ou a própria deve ter colocado o sonífero e mandado o Nélio dar para você...
Juliete: |Com medo.| Oh, meu paizinho, será que... ele se aproveitou de mim!? Bem, eu não senti nenhuma mudança...
Bonfim: |Determinado.| Se ele tiver tido a ousadia, eu mato esse desgraçado.
Juliete: Para todo caso, não direi ao Saulo sobre esse detalhe do Nélio ter me dado o café e o sonífero. Vosmecê também não diga! Se ele me amasse de verdade, teria acredito em mim...
[Bonfim balança a cabeça positivamente e Juliete encara o irmão. O pico do instrumental toca.]
*CENA 04 | CASA DE BONFIM - INT./MEIO-DIA*
Mais tarde. Saulo decidiu visitar Bonfim para lhe contar sobre o episódio da noite anterior. O que ele não esperava é que o mesmo já queria conversar sobre isso. Saulo relata tudo e Bonfim ouve o amigo com bastante atenção; entretanto, o irmão de Juliete dá-lhe uma resposta inesperada.
Saulo: |Surpreso.| Romper a nossa amizade? Mas por que, Bonfim!? Foi a tua irmã que errou!
Bonfim: |Decidido.| Simplesmente porque você não deu nem a chance dela se explicar.
Saulo: Mas é claro que eu dei, só que-
Bonfim: |Interrompe.| Só que nada, Saulo. Você deveria ter acredito nela desde o começo, e ainda assim, tu a humilhastes.
Saulo: Olha, sei que-
Bonfim: |Interrompe.| Sabe de nada. Se tu realmente amasse a Juliete, teria dado uma chance a ela e você tratou minha irmã feito um lixo. Dito isso, Saulo, não quero mais vossa amizade.
Instrumental dramático 🎶.
Saulo: Tudo bem... vosmecê está no teu direito. Com licença...
[O instrumental dramático penetra lentamente no fundo da cena enquanto Saulo se retira. Lá fora, o mesmo põe-se a chorar pelo fim da amizade.]
[Bonfim não chora, mas fica com um semblante triste e deixa escapar uma lágrima.]
[Juliete aparece em seguida, pois estava escondida no quarto, e abraça o irmão. O pico do instrumental toca.]
*CENA 05 | CAFEZAL - EXT./TARDE*
Algumas horas depois. São mostrados takes da Fazenda Sampaio e das plantações de café ao som de Parabolicamará - Gilberto Gil (🎵). A câmera se aproxima dos cafezais.
Saulo tomou certas decisões e o mesmo decide contar elas para Cristevo enquanto caminham pelo cafezal e observam os funcionários trabalhando nele.
Soundtrack de desconfiança 🎶.
Cristevo: Você vai manter o Nélio em casa!?
Saulo: Exatamente. Eu preciso manter o inimigo por perto. Só assim eu posso descobrir as reais intenções de dona Tailândia.
Cristevo: Sobre o episódio de ontem, quero deixar claro que lamento pelo ocorrido, meu amigo.
Saulo: Agradecido, Cristevo. Tenho certeza que o Nélio seduziu minha Ju-, quero dizer, seduziu Juliete à mando de Tailândia.
Cristevo: Eu, sinceramente, não duvido.
Saulo: Tive uma conversa franca com ela, inclusive, onde a cobra me falou que vai encontrar um lugar para o filho ficar, mas eu disse que só um castigo bastava.
Cristevo: Está realmente disposto a suportar ele morando no casarão?
Saulo: Tou sim, meu amigo. Eu hei de ignorar o cabra safado e prestar mais atenção quando ele estiver na companhia da mãe venenosa dele.
Cristevo: É bom ficar de olho na Maria Esposa também!
Saulo: Ela não é tão perigosa. Mas é bom mermo, Cristevo. Tens razão!
*CENA 06 | CASA DE CALIXTA - INT./FIM DE TARDE*
Juraciara decidiu visitar a sua tia Calixta. Ambas conversam e chega a hora da despedida.
Instrumental fofo 🎶.
Calixta: O-o-oh, minha filha, fique mais um po-po-pouco!
Juraciara: |Sorridente.| Eu realmente preciso ir, minha tia. Nem avisei aos meus pais que viria aqui.
Calixta: |Um pouco triste.| A-ah, que pena. Então então é melhor você ir mesmo, já que vossa mãe é a rainha das exigências! |Deboche.|
Juraciara: |Ri.| De fato! Bem, eu já vou indo. Até mais ver, tia Fo-, quero dizer! |Ri novamente.| Tia Calixta!
Calixta: |Feliz.| Até mais ver, minha sobrinha li-linda!
[Juraciara e Calixta se despedem com abraços e beijos. A sobrinha parte e acena para a tia.]
Calixta: |Encantada.| Ah, essa mi-mi-minha sobrinha! Um amor de pessoa. Espero que meu outro sobrinho venha me visitar mais vezes também. |Ri discretamente.|
Algum tempinho depois, alguém bate na porta da casa de Calixta. Curiosa, a mesma decide atender.
Instrumental cômico 🎶.
Calixta: |Nervosa.| AH-H-H, NÃO! OUTRA PAIXÃO DO PASSADO NÃO!
Ex-namorado: |Sorridente.| Oi, Calixtinha! |Se aproxima.|
Calixta: PELO AMOR DE DEUS, O OUTRO JÁ VE-E-VE-E-I-O AQUI, AGORA TU QUE VENS!?
Ex-namorado: Foi ele mesmo que me contou que tu estavas de volta. Vem, minha fogosa, vem! Vamos brincar de cavalinho.
Calixta: AH, NÃO! CA-CA-CA-CAVALO NÃO! É UM CAMINHO SEM VOLTA!
Ex-namorado: AH, MAS VAMOS BRINCAR SIM!
[O ex-namorado se senta no sofá e faz gestos de imitação de um cavalo. Calixta morde os próprios lábios e se senta no colo do homem.]
Ex-namorado: UPA! UPA! UPA!
Calixta: PO-PO-PO-PO-COTÓ! UPA! PO-PO-COTÓ!
[Calixta e o homem começam a se beijar com ela estando sentada em cima dele; o mesmo passa a tirar seu vestido aos poucos. A câmera sobe até o teto e o pico do instrumental é alcançado.]
*CENA 07 | PRAÇA - EXT./TARDE*
Nélio anda pela praça da cidade. Ao andar, é surpreendido por Bonfim.
Bonfim: |Se aprox.| Nélio?
Nélio: |Se vira.| Pois não?
Ação/Tensão 🎶.
[Bonfim desfere um forte seco em Nélio. Ele começa apanhar ali mesmo, levando alguns chutes.]
[Juraciara aparece e intervém.]
Juraciara: |Grita.| PARA, BONFIM! PARA!
Bonfim: |Revoltado.| EU TE DISSE NO JORNAL O QUE ELE FEZ, JURACIARA! AGORA ELE VAI VER SÓ!
[Bonfim tenta partir para cima de Nélio, mas Juraciara puxa ele e acalma o rapaz.]
Instrumental triste 🎶.
Juraciara: |Aflita.| Violência não leva à nada! E Nélio, meu primo, estou totalmente decepcionada com você. Vamos, Bonfim. Te levarei para casa!
[Juraciara leva Bonfim. Nélio limpa o sangue da boca e do nariz. Ele chora. O pico do instrumental é alcançado e a tela escurece.]
*CENA 08 | CASARÃO POMPOSO - INT./NOITE*
Investigativos, Delegada Celeste Blanco e Policial Altair Cezar decidiram ir até o Casarão Pomposo. Na presença: Harmonia, Pompeu e Juraciara.
Suspense 🎶.
Pompeu: |Intrigado.| Vistoria? Aqui na minha casa?
Delegada Blanco: Senhor prefeito, não precisa fingir surpresa para mim. Sabes muito bem que o que não faltou nos últimos anos, foram denúncias de lavagem de impostos, corrupção e afins contra vossa pessoa.
Policial Altair: E, como nunca investigamos o casarão, viemos aqui intencionalmente para isso.
Harmonia: Muito bem, sintam-se à vontade!
[Ocorre a vistoria. Entretanto, mais uma vez, a polícia não encontrou nada suspeito.]
Pompeu: Satisfeitos?
D. Blanco: Por ora, sim. Peço perdão pela "imprudência". Vamos, Cezar? Vamos, equipe?
Juraciara: Está tudo certo, Delegada Blanco. |Aperta a mão dela.|
[Policial Cezar e Delegada Blanco se retiram, bem como a equipe policial.]
Juraciara: Bem, vou dar um pulinho lá fora. Preciso tomar um ar. Com licença, meus pais!
[Harmonia e Pompeu autorizam. Juraciara se retira.]
Pompeu: Graças a Deus já foram
Harmonia: Felizmente, o local que escondemos as provas, é um lugar que jamais será cogitado pelas cabeças de vento deles. |Ri discretamente.|
[Pompeu sorri para Harmonia, que retribui o gesto.]
[A cena corta para o quarto de Juraciara e a câmera foca num fundo falso no chão com viés realistas. O pico do instrumental é tocado.]
*CENA 09 | PRÉDIO MISTERIOSO - EXT./MANHÃ*
```(07/01/1919)```
São mostrados takes aleatórios da capital ao som de Love a Rainy Night - Audio Idols (🎵). A câmera se aproxima de um bairro distante e foca num prédio. Em seguida, aparece Tailândia, que fica diante do edifício.
Suspense 🎶.
[Tailândia observa o prédio. É notável que é o mesmo local visitado pela megera há capítulos atrás.]
[Zoom no rosto de Tailândia; seus cabelos estão ao vento.]
Tailândia: |Encarando.| Meu ponto de refúgio...
☕ FLASHBACK ☕
Em um clima soturno e de suspense com direito a instrumental, um carro se aproxima de um prédio num bairro distante. Dentro dele, sai Tailândia, que agradece pela viagem. O veículo, em questão, era um carro de aluguel.
[Tailândia observa o prédio com precisão e um sorriso meio maligno. A vilã se aproxima do mesmo e adentra no lugar.]
[A câmera se afasta cada vez mais do local enquanto o pico do instrumental toca, mostrando o movimento da cidade e o prédio em si.]
☕ FIM DO FLASHBACK ☕
[A cena corta para: Tailândia, já dentro do prédio, entrando num quarto. É possível ouvir uma voz masculina familiar.]
Homem: Finalmente você chegou. Estava demorando demais!
Tailândia: Perdoe-me, meu amor. Tive alguns contratempos no casarão.
[O instrumental de suspense se intensifica. Tailândia troca de roupa e veste uma camisola e se aproxima do homem sensualmente.]
Tailândia: |Se aproximando.| Fico feliz que você estava mais que preparado à minha espera. |Sorri.|
[A câmera chega no dono da voz familiar: trata-se de Pompeu, que está na cama, sem camisa e apenas de ceroulas.]
Pompeu: |Sorrindo.| Não poderia ser diferente.
[Close no rosto de Tailândia. Em seguida, take na expressão diabólica de Pompeu. O pico do instrumental é alcançado.]
*•A IMAGEM CONGELA EM POMPEU · 📰🌾🗞️•*