• CAFÉ AMARGO | (🌱☕) — CAPÍTULO 08
*CENA 01 | CASARÃO SAMPAIO - NOITE*
[A cena corta para o escritório, onde Tailândia quer conversar seriamente com Saulo, enquanto Juliete espera na sala.]
Tensão 🎶.
Tailândia: |Inconformada.| Espera aí, Saulo. Você... acaba de começar a namorar, do nada, e não satisfeito com isso, traz a garota para morar aqui de imediato!? Eu não entendo.
Saulo: Dona Tailândia, a senhora não tem o que entender. Juliete é minha namorada e vai morar conosco e ponto. Não tenho que dever satisfação, a casa é minha e, logo em breve, nos casaremos.
Tailândia: Estás a me desrespeitar, Saulo da Silva?
Saulo: Peço perdão pela franqueza, mas é verdade mermo. Eu e a Juliete temos uma história e, agora, finalmente iremos desfrutar de nosso amor; vosmecê querendo ou não.
Tailândia: |Debochada.| Tudo bem! Não tenho mais nada a dizer. Com vossa licença, "patrãozinho"! |Sorriso.|
[Tailândia se retira e, ao ficar sozinho, Saulo abre um discreto sorriso no rosto.]
Saulo: |Monólogo.| É, dona Tailândia. Eu já estou ciente de vosso jogo. Às vezes, vosmecê transparece tua verdadeira natureza. Mas continuarei lhe mantendo aqui; afinal, é sempre bom ter nossos inimigos por perto. |Balança a cabeça positivamente, sozinho.|
[O pico do instrumental toca. A tela escurece.]
*CENA 02 | CASARÃO - INT./MANHÃ*
[São mostrados takes amanhecendo de Vila dos Anjos ao som de Tiro ao Álvaro - Adoniran Barbosa e Elis Regina (🎵). A câmera se aproxima do casarão dos Pomposo.]
```(03/01/1919)```
[No quarto, Harmonia decide advertir uma funcionária negra.]
Instrumental sinistro 🎶.
Harmonia: Olha aqui, sua sujeitinha, eu vi você pegando minhas jóias e colocando nos bolsos do avental!
Empregada: |Aflita.| Sinhá Harmonia, eu já disse pra vassuncê que estava organizando tudo e coloquei algumas nos bolsos para facilitar. Depois, iria colocar tudo de volta!
Harmonia: |Cruel.| Não quero saber, sua crioula! Tu colocaste minhas jóias nesses bolsos imundos e ainda cometeste atitudes suspeitas. VOCÊ HÁ DE PAGAR!
Empregada: |Chorando.| POR FAVOR, SINHÁ, NÃO FAÇA NADA COMIGO!
Harmonia: |Chamando.| FEITO-O-R!
Feitor: |Aparecendo.| Sim, madame?
Harmonia: Quero que leve esse estorvo para aquele lugar de sempre. Me aguarde lá e, se a mesma hesitar, dê o que ela merece antes de minha chegada!
Feitor: Está certo, sinhá. Vamos!?
[A empregada acompanha, forçadamente, o funcionário, enquanto Harmonia observa a situação satisfeita.]
[Alguns segundos depois, Pompeu aparece em seguida, após sair do banho.]
Pompeu: |Intrigado.| O que estava fazendo? Por que chamaste o "teu feitor"?
Harmonia: |Sorridente.| Nada demais. Estava apenas mantendo a estabilidade no funcionamento do trabalho doméstico de nossa casa!
Pompeu: Se você diz...
Harmonia: Vamos para a sala!?
[Algum tempinho depois. A campainha toca. Quando Pompeu abre, se surpreende. É Juraciara (THERESA FONSECA).]
Pompeu: |Feliz.| MINHA FILHA!
Juraciara: |Radiante.| MEU PAI!
Pompeu: NOSSA, MAS QUE SURPRESA! ACHEI QUE DEMORARIA A CHEGAR!
Juraciara: |Adentra na casa.| Eu peguei o trem mais rápido que tinha disponível. Oh, meu pai, dá um abraço!
Instrumental emocionante 🎶.
[Pompeu abraça a sua filha. Harmonia observa com satisfação e se aproxima.]
Juraciara: |Emocionada.| Minha mãe...
Harmonia: |Feliz.| Oh, minha querida... vem abraçar a tua mãe!
[Juraciara corre em direção a Harmonia e abraça ela.]
Juraciara: |Abraçando os dois pais.| Que saudades senti de vocês, meus pais. Que saudades dessa casa!
Pompeu: Já tomou café, minha filha?
Harmonia: Sente-se conosco. Acompanhamos você!
Juraciara: Não se preocupem, eu já tomei. Na verdade, gostaria de descansar!
Harmonia: Pois vá, minha filha. Pode ir!
Pompeu: É, e depois iremos no jornal do bairro, pois o teu emprego está mais que garantido!
Juraciara: Agradecida, meus pais. Vocês são incríveis! Agora, com licença...
[Radiante, Juraciara se retira e uma das empregadas leva a jovem até seu novo quarto.]
Pompeu: Incrível como esta casa se enche de luz com a presença da nossa filha!
Harmonia: Tenho que concordar, ela é a melhor coisa da nossa família!
Suspense 🎶.
Pompeu: Só é uma pena que-
Harmonia: |Interrompe/coloca a mão na boca dele.| Shhh... não vamos falar disso! Agora, tenho que resolver alguns assuntos. Com licença, meu esposo!
[Harmonia se retira.]
Pompeu: |Reflexivo.| Está certo, querida Harmonia. Está certo!
*CENA 03 | TERRENO DESÉRTICO - EXT./MANHÃ*
Não muito longe, Harmonia vai até um terreno escondido de propriedade dela e encontra o feitor chicoteando a empregada que a vilã acusou de roubo.
Tensão 🎶.
Harmonia: |Se aproximando.| A delinquente se hesitou, feitor!?
Feitor: |Dando chicotadas.| A crioula tentou fugir, mas eu consegui pegá-la.
Harmonia: Me dá o chicote, agora é minha vez de torturá-la!
[Feitor entrega o chicote para a sua patroa.]
Instrumental dramático 🎶.
Harmonia: |Chicoteando.| TOME!
Empregada: |Sentindo dor.| AI! AI!
Harmonia: |Torturando.| TOME MAIS! ISSO É PARA VOCÊ APRENDER A NUNCA MAIS COMETER OUSADIAS! TOME!
Empregada: |Chorando.| AI! PARA POR FAVOR! EU PROMETO FICAR QUIETINHA! |Levando chicotadas.| AI! AI! AI! |Berros.|
Harmonia: |Ainda chicoteando.| E se você abrir a boca, sua preta desgraçada, o feitor vai se livrar de teu corpo num piscar de olhos, bem como os mesmos de suas raças, E OLHA QUE ELES NUNCA MAIS FORAM ENCONTRADOS! |Volta a chicotear.|
[A câmera se afasta do local enquanto o pico do instrumental toca. A tela escurece.]
*CENA 04 | CASARÃO SAMPAIO - INT./TARDE*
[Tailândia está na sala tomando café. A campainha toca e ela decide atender.]
Tailândia: |Surpresa.| Calixta?
Calixta: |Sorridente.| Tailândia!
Tailândia: |Abraça e beija.| Oi! Quanto tempo? Nossa, mas que saudades.
Calixta: |Retribui o carinho.| Pois é! Co-co-continua muito bonita!
Tailândia: |Falsa.| Idem! |Risos.|
[Neste momento, Nélio e Maria Esposa descem às escadas.]
Nélio: Olá? Espera aí, eu te conheço!
Calixta: Meu Deus! É o Né-n-nélio?
Tailândia: É sim! Cresceu, não é?
Calixta: Eles crescem tão rápido. Você do lado é a Ma-maria Esposa, certo?
M. Esposa: Sou sim. Mas pode me chamar de Mariposa. É um prazer, senhora!
Calixta: O prazer é todo meu, meus-s-s-s jovens.
Tailândia: Você deve... ter sabido da morte do meu marido, não é?
Calixta: Infelizmente. Quando Ho-o-o-lofontina me contou, caí num grande choro. Mas já estou melhor! E-e-ela falou também que Jerônimo finalmente encontrou o filho. Onde ele está?
[Saulo aparece de surpresa, revelando que estava observando tudo o tempo inteiro.]
Saulo: |Descendo as escadas.| Estou aqui, tia! É um prazer conhecê-la.
Calixta: Oh, querido, o pra-pra-prazer é meu! Como você é lindo, ra-rapaz.
[Saulo e Calixta se abraçam e se beijam.]
Saulo: |Fascinado.| Vosmecê que é linda!
Calixta: Own, meu De-de-us, que sotaque fofo!
Saulo: Era mais forte, tia. Mas diminuiu com o tempo.
Calixta: |Encantada.| Você é um fofo!
[Conversa vai, diálogo vem e o tempo se passa.]
Saulo: Bem, tia, antes da senhora ir, quero dizer que vosmecê está convidada para um jantar especial!
Calixta: O-o-oh, que gentileza, meu sobrinho. É claro que irei!
Saulo: Também hei de convidar meus tios, Pompeu e Harmonia.
Tailândia: Ao que parece, a filha deles está para retornar. Depois irei até lá para conferir se minha linda sobrinha chegou.
Calixta: Ai, sa-saudades da Ju... Ela era tão apegada a mim. Será um prazer r-r-reencontrá-la!
[Close no rosto de cada personagem, todos sorrindo e felizes.]
[A tela escurece.]
Enfim, anoitece. Chegou a hora do jantar especial! Todos os convidados aparecem e se cumprimentam. Calixta é a última a chegar.
Juraciara: |Jantando.| Nossa, era muito puxada aquela escola... Mas, vou sentir saudades, apesar de tudo!
[Juraciara vira para trás e vê Calixta.]
Instrumental emocionante 🎶.
Juraciara: |Abraça Calixta.| TIA FOGOSA!
Calixta: |Retribui.| Oh, minha sobrinha querida, vo-você lembra de mim. Que saudades!
Juraciara: Como a senhora está?
Harmonia: |Pensativa.| (Dai-me paciência, meu Deus do céu)!
Calixta: |Envergonhada.| Vou bem, vo-vou bem. Agora, pelo amor de Cristo, não me cha-chame de tia Fogosa porque tenho vergonha e não go-gosto desse apelido.
Juraciara: |Sem graça.| Está certo, tia. Perdoe-me!
Calixta: Ah, vem cá. Dá outro abraço!
[Juraciara e Calixta se abraçam novamente.]
[A cena corta para o jantar sendo retomado.]
Saulo: |Comendo.| Nossa, mas Tailândia está demorando, viu?
Mariposa: Está se arrumando. Sabes como ela é vaidosa!
Suspense 🎶.
[Nesse momento, Tailândia aparece no jantar deslumbrante e cumprimenta a todos.]
Tailândia: |Sorridente.| Boa noite, família!
[A câmera dá um zoom no colar de brilhantes que ela está usando e, em seguida, é dado close no rosto de Saulo, que repara num detalhe: o objeto pertence à avó dele.]
*CENA 04A | CASARÃO SAMPAIO - CONTINUAÇÃO*
[A cena corta para o quarto de Tailândia, local que Saulo chamou para conversar com a madrasta.]
Tensão 🎶.
Saulo: |Um pouco bravo.| Tailândia... vosmecê sabe muito bem que esse calor é da minha falecida avó, Maristela. Por que tu estás usando ele!?
Tailândia: |Cínica.| Ah, lembrei-me onde ele estava e decidi pegá-lo para homenagear a minha finada sogra. Além de ficar perfeito em mim!
Saulo: |Tom acima da média.| Tire esse colar agora! Tá certo que minha avó não era uma pessoa maravilhosa, mas... ele não é seu, ninguém autorizou vosmecê usá-lo!
Tailândia: Olha aqui, garoto, abaixe esse tom de voz que ninguém fala assim comigo não. |Debochada.| E se eu não tirar? O que vai fazer?
Saulo: Eu vou arrancar ele de vosmecê aqui mermo e armar o maior escândalo. Creio que tu não gostarias de passar essa vergonha. Então, acho bom já ir tirando!
Tailândia: |Se contendo.| Ah! Tudo bem, eu tiro. Porque EU QUERO! Não porque você está mandando.
[Tailândia tira o colar e entrega às mãos de Saulo.]
[Ambos saem do local e retornam para o jantar como se nada tivesse acontecido.]
Suspense 🎶.
Harmonia: |Reparando.| Tailândia? Cadê o colar que você estava usando?
Tailândia: |Cínica.| Eu percebi que estava incomodando meu pescoço e Saulo notou que estava apertado demais! Não é, Saulinho?
Saulo: |Debochado.| Mas é claro, minha querida madrasta.
[Harmonia estranha toda a situação.]
Pompeu: |Pensativo.| (Caspita! Agora que eu reparei: o colar que a Tailândia estava usando era o da minha mãe Maristela e o crioulo do Saulo deve ter notado! Mas essa minha cunhada é atrevida mesmo. Agora, esse meu sobrinho tem demonstrado que de bobo não tem nada. Devo tomar cuidado).
Juraciara: Mas e então, como é bom estar cercada de rostos novos e familiares! Meus priminhos que nunca mais vi, Nélio e Mariposa. Meu novo primo, Saulo, e a sua linda namorada, Juliete. Minhas adoradas tias! E vocês, meus queridos pais.
[Pompeu, Tailândia, Harmonia e Calixta sorriem para Juraciara.]
Juliete: Linda é você, querida!
Nélio: É um prazer ter você aqui conosco novamente, Juraciara.
M. Esposa: Com certeza é!
Saulo: Todos vocês, meus familiares, são bem-vindos nesta casa. Podem contar comigo sempre. Um brinde?
Todos: Um brinde!
[Todos levantam suas taças e põem-se a tomá-las enquanto a câmera dá closes isolados em cada personagem bebendo.]
[O volume da voz de todos baixa enquanto o suspense domina e o jantar é retomado de vez. A câmera se afasta e a tela escurece.]
*CENA 05 | CASA DE CALIXTA - INT./MANHÃ*
São mostrados takes aleatórios da cidade ao som de Tico tico - Carmen Miranda. Amanhece.
```(04/01/1919)```
[A câmera se aproxima da casa de Calixta. Batem na porta.]
Instrumental cômico 🎶.
Calixta: OH, CÉUS, VO-VOCÊ!
[A visita trata-se de um dos vários ex-namorados de Calixta.]
Ex-namorado: FOGOSA!
Calixta: |Quase chorando.| Pelo amor de Deus, esse ape-pe-pelido não!
Ex-namorado: Que saudade eu tava de você! Mas minha nossa, você continua com belas saboneteiras! E ESSAS ANCAS!? CONTINUA BELÍSSIMA!
Calixta: |Se afastando.| Por favor, homem, se-se-se afaste de mim. Eu já saí dessa vida faz tempo e não quero cair em tentação!
Ex-namorado: |Se aproximando.| Mas eu tô doido pra me apropriar desse corpo. Chega, minha fogosinha, caia nos meus braços!
Calixta: |Suando.| Ai, meu pa-paizinho. Me perdoe, MAS NÃO VOU RESISTIR!
[Tico tico de Carmen Miranda (🎵) volta a tocar e Calixta e o ex-namorado começam a se beijar de forma sedenta.]
[Os dois caem no sofá enquanto se saboreiam bastante.]
[A tela escurece e takes aleatórios são mostrados em seguida.]
*CENA 06 | DELEGACIA - INT./MANHÃ*
Delegada Blanco e Policial Cezar estão fazendo seus trabalhos na delegacia.
Suspense 🎶.
Delegada Blanco: Três anos se passaram e ainda não solucionamos a morte de Dom Jerônimo!
Policial Cezar: É... ao menos resolvermos outros crimes.
D. Blanco: Uma coisa é fato, o assassino só conhece envenenamento como forma de assassinato!
P. Cezar: Pois é, e foi assim que dona Filipa Maysenga, em 1917, e Vereador Barbosa, em 1918, morreram, de acordo com a autópsia, após serem encontrados mortos em suas casas.
D. Blanco: O que também acabou descartando eles da lista de suspeitos e comprovando que eles testemunharam alguém, sim, colocando veneno na bebida de Jerônimo Sampaio. Uma pena eles terem ocultado isso no depoimento, pagaram um preço muito alto!
P. Cezar: Triste fim... Bom, as denúncias contra a corrupção do prefeito Pomposo continuam de pé, mas simplesmente não encontramos nada, nenhuma evidência!
D. Blanco: Ele é esperto. Vamos fazer uma vistoria no casarão dele depois. Aproveito e vejo se os boatos de maus-tratos aos empregados da casa através da primeira-dama são reais!
[A tela escurece e o pico do instrumental toca.]
*CENA 07 | JORNAL - INT./MANHÃ*
No jornal, Juraciara é contratada.
P. Pompeu: Muito obrigado, senhor! Tenho certeza que minha filha será a sua melhor funcionária.
Juraciara: Senhor, eu mostrarei para você, ao meu pai e a todos, que sou muito mais que filha do prefeito e que entendo sim de jornalismo. |Estende a mão.| Pode contar comigo!
Chefe: Determinada! Gostei. BONFIM!
Romântico 🎶.
[Bonfim entra na sala. Quando o mesmo vê Juraciara, não consegue tirar o olhar dela.]
Chefe: Bonfim? Alô? Ficou surdo?
Bonfim: An...? AH, SIM! DIGA, CHEFE!
Chefe: Esta é Juraciara. Filha do prefeito. Apresente a ela tudo e ensine o funcionamento daqui!
Alice Keys - Girl On Fire 🎵.
Bonfim: Claro, senhor, com todo prazer!
Chefe: Ótimo, vai com ele, Juraciara!
Juraciara: |Olha no olho de Bonfim.| Tenho certeza que seremos grandes amigos! |Sorri.|
[Bonfim sorri de volta e beija a mão de Juraciara. Os dois se retiram e Pompeu olha torto a situação.]
*CENA 08 | CASARÃO SAMPAIO - INT./NOITE*
Aproveitando que Tailândia saiu, Juliete decide ajudar Saulo após ele desabafar sobre o episódio do colar e a mesma vai averiguar se a megera não roubou mais alguma coisa.
Suspense 🎶.
[Juliete mexe nas coisas de Tailândia, sentindo um certo nervosismo.]
[Para o azar de Juliete, Tailândia se esqueceu de suas pulseiras e a mesma decidiu buscar.]
[A cada passo dado pela vilã no corredor, o instrumental se intensifica ao mesmo tempo que mostra takes da namorada de Saulo vasculhando as coisas dela.]
[Tailândia abre a porta e dá o flagra.]
Tailândia: |Furiosa.| EU POSSO SABER O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO AQUI!?
[O pico do instrumental e o clima fica cada vez mais pesado.]
[Juliete se vira, assustada.]
*•A IMAGEM CONGELA EM TAILÂNDIA 📰🌾🗞️•*